Sindicato das Seguradoras
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“A visão de uma agenda para o desenvolvimento” foi a pauta do 23º Encontro de Líderes do Mercado Segurador” – assunto trabalhado em quatro painéis:  “Seguro Rural e o desenvolvimento do Agronegócio”; “Big Data, Blockchain e Inteligência Artificial: uma visão do futuro”; “O cenário político”; e as “Perspectivas do Brasil e de ser brasileiro”. Promovido pela Confederação das Seguradoras (CNseg), em conjunto com as suas quatro Federações associadas (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap), o evento foi realizado de 1º a 3 de março, em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Entre os participantes do 23º Encontro de Líderes está o presidente do SindSeg MG/GO/MT/DF, Augusto Frederico Costa Rosa de Matos. “O debate entre os profissionais do mercado estimula o fortalecimento do setor de seguros, pois quanto mais alinhados trabalharmos, melhores serão os resultados das ações”, diz.

A abertura do evento foi marcada pelo discurso do titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Joaquim Mendanha de Ataídes. “Uma gestão proativa, focada em eficiência, que conversa, ouve e mantém uma sinergia com o mercado supervisionado. Em 2018 vamos continuar com esse mesmo diálogo, já que o papel do Governo, da autarquia, é o de contribuir com o crescimento do setor”, disse.

Em sua fala, Joaquim Mendanha ressaltou o trabalho desenvolvido pela diretoria colegiada e pelo quadro técnico da autarquia em 2017, quando o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) acatou 14 votos da Susep em importantes resoluções, como a das famílias PGBL e VGBL, a do seguro popular de automóvel e a de meios remotos. Em 2017, a autarquia também editou mais de 20 circulares ao mercado supervisionado.

Além disso, o superintendente enfatizou o combate ao mercado marginal como uma das prioridades da pauta de trabalho da Susep em 2018. “Este ano, já tivemos a primeira reunião do grupo de trabalho sobre o mercado marginal. Eu me preocupo muito, principalmente, com a ousadia desse setor. A Susep tem agido fortemente e o resultado do grupo de trabalho irá nos orientar a combatê-lo. Esse mercado fere o consumidor que compra um produto e pode não ter a proteção devida”, salientou, complementando que, hoje, o mercado marginal não está restrito apenas ao ramo de automóvel.

Joaquim Mendanha também citou a regulamentação do  microsseguro, o seguro rural, a revisão do normativo do seguro de garantia estendida, o seguro prestamista, o seguro de responsabilidade civil obrigatório (RCO), os seguros para grandes obras e a retomada das tratativas sobre o seguro de acidente de trabalho (SAT). Em relação ao desenvolvimento do mercado de anuidades e ao segmento de previdência, ele alertou “nós não podemos perder a oportunidade do debate e ver de que forma o mercado privado pode contribuir para que haja uma previdência justa para todos”.

Por fim, Joaquim Mendanha sinalizou que embora muitas medidas em prol do desenvolvimento do setor de seguros já tenham sido e estão sendo realizadas, “ainda há muito o que fazer”. Ele reiterou que o Brasil precisa de líderes e que a Susep continuará trabalhando pela expansão do mercado de seguros para que ele possa alcançar cada vez mais consumidores.

Fonte: Com informações da CNseg

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