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“O ser humano não é uma máquina”. Com essa frase o médico homeopata Dr. Eduardo Almeida Coelho abriu o Saúde para o Amanhã, encontro que fez parte da programação do primeiro dia do II Fórum do Amanhã e discutiu a importância do diálogo entre a medicina oriental e ocidental.

O debate também contou com a presença do diretor do departamento tradicional e afins da Faculdade Machadinho do Oeste, na Bahia, professor Afonso Henrique Soares, do presidente do Conselho Regional de Autorregulamentação da Acupuntura do Estado de Minas Gerais, Alexander Assunção, e do gestor público e especialista em Direito do Estado Marcos Antônio Teixeira.

Assunção abordou aspectos da medicina chinesa, explicando ao público que ela é mais preventiva e parte da premissa de que a doença pode ser um reflexo de um desequilíbrio emocional e energético.  “O trabalho é feito com o doente e não com a doença”, pontuou.

Soares, por sua vez, destacou que os centros médicos integrados são uma realidade na China e na Europa. “Muito dinheiro público pode ser economizado se houver mais investimento em prevenção. É preciso que a educação formal ensine as crianças a se alimentarem melhor, a se exercitarem e a lidarem com emoções”, complementou.

Por fim, Teixeira ressaltou a importância de se regulamentar a profissão de acupunturista no Brasil e pediu apoio ao projeto de Lei 1549/03, que discute essa questão e atualmente tramita na Câmara dos Deputados.

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