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Pesquisa feita nos Estados Unidos revela que a maioria dos adultos ignoram o uso do equipamento de segurança no banco traseiro; atitude de risco contribui para o aumento de lesões graves e mortes em acidentes automotivos

Quatro entre cinco adultos admitem que nem sempre usam o cinto de segurança quando estão no banco traseiro em viagens curtas ou de táxi, conforme um estudo divulgado pelo Instituto de Seguros para a Segurança Rodoviária (IIHS), nos Estados Unidos. Para alertar sobre o perigo de não se utilizar os cintos de segurança no banco de trás, o instituto também divulgou junto com a pesquisa um vídeo demostrativo sobre o assunto.

A nova pesquisa revela que muitos passageiros não pensam que os cintos são necessários porque creem, erroneamente, que o assento traseiro é mais seguro do que o da frente. “Para a maioria dos adultos, ainda é tão seguro andar no banco de trás como no banco da frente, mas não se você não estiver com o cinto”, alerta Jessica Jermakian, engenheira de pesquisa sênior da IIHS e co-autora do estudo.

Entre os entrevistados pelo IIHS, os adultos entre 25 e 54 anos foram os que mais admitiram dispensar o uso do equipamento no banco traseiro. Cerca de 66% deste grupo relatou sempre usar o cinto na parte de trás, em comparação com 76% dos adultos de 55 anos ou mais, e os 73% dos com idade entre 18 a 34.

Vidas poupadas

Só em 2015, nos Estados Unidos, os cintos de segurança salvaram 13.941 vidas, conforme estimativas da Administração Nacional de Segurança Rodoviária. De acordo com o IIHS, se todos os ocupantes, inclusive os dos bancos traseiros, sempre utilizassem o equipamento, 2.800 mortes poderiam ter sido evitadas anualmente no país.

Fonte: O Tempo

 

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