Sindicato das Seguradoras
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Num cenário de incertezas, Ernesto busca mais informações sobre essa modalidade de seguro 

Como bom advogado, Ernesto está sempre de olho nos noticiários para manter-se informado sobre o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Nos últimos tempos, ele tem acompanhado as várias discussões que envolvem a reforma da previdência social no país. Propostas pelo governo, as mudanças visam um maior equilíbrio das contas públicas, considerando o envelhecimento dos brasileiros e a diminuição do número de contribuintes. Estima-se que em 2050 os idosos representem 25% da população do país.

Assim, ao deparar-se com esse panorama de incertezas, Ernesto está considerando a ideia de aderir a um plano de previdência privada. Afinal, ele gosta de sentir-se seguro em qualquer situação e planeja uma vida tranquila com a esposa Susana e os filhos que pretende ter com a amada.

Para entender melhor os benefícios e as modalidades de previdência privada disponibilizadas hoje pelas seguradoras, ele ligou para o corretor de seguros da confiança dele, Guilherme, com quem já adquiriu outros tipos de produtos anteriormente.

Guilherme disse que contar com um plano de previdência privada é uma sábia decisão nos dias de hoje. Como há várias modalidades, o primeiro passo é entender melhor o perfil do jovem casal e identificar as razões que estão por trás dessa decisão. “Os desejos das pessoas são muitos. A previdência privada pode ser usada tanto para complementar o valor que a pessoa receberá da previdência social quando aposentar-se até para realizar um sonho, como uma viagem ou a compra de um imóvel”, explicou.

“Em termos práticos, o que está por trás de um plano de previdência privada?”, indagou Ernesto. “Fazer um plano de previdência privada é deixar com que um profissional que entenda profundamente o cenário econômico e o mercado financeiro faça a gestão do seu dinheiro mensalmente para que ele renda ao máximo. E as seguradoras contam com os profissionais mais capacitados para esse trabalho”, resumiu Guilherme.

“Isso significa que quanto maiores os riscos, maior será rentabilidade?”, questionou Ernesto. “É isso mesmo, meu amigo! Há diversos tipos de investidores. Há os conservadores, que preferem não correr riscos e priorizam a segurança; os moderados, os quais assumem certo risco para obter um rendimento acima da média do mercado e os agressivos, que objetivam uma altíssima rentabilidade e gostam de correr riscos”, explicou Guilherme.

Outra vantagem destacada pelo corretor de seguros é que os valores da contribuição pagos mensalmente podem ser alterados, para menos ou mais, conforme o orçamento de quem faz a previdência privada. Ou seja, caso Ernesto seja promovido no trabalho e comece a ganhar mais, por exemplo, ele pode aumentar a contribuição mensal. O contrário também pode acontecer, e se o orçamento ficar muito apertado, o valor pode ser diminuído. “O ideal é que você escolha um valor que se sinta confortável, para manter a regularidade no pagamento”, recomendou Guilherme.

Além disso, quanto maior o tempo de contribuição, menores são os valores necessários para atingir a sua meta pessoal. Como exemplo, o corretor diz que se Ernesto e Susana tiverem um filho hoje e pagarem R$ 150 mensalmente desde o primeiro mês da vida dele até os 60 anos, o herdeiro acumulará R$ 1 milhão. Muito bem impressionado com essa conta, Ernesto quer saber mais detalhes e marca uma reunião com Guilherme na próxima semana. Saiba como será essa conversa no segundo texto da série sobre previdência privada.

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