Sindicato das Seguradoras
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Depois de falar sobre as peculiaridades do VGBL e do PGBL, o corretor de seguros Guilherme aborda as diferenças entre as tabelas progressiva e regressiva

Ernesto está decidido de que a contratação de um plano de previdência privada é uma forma de garantir um futuro mais tranquilo para a própria família. Recém-casado com Susana, ele planeja ter filhos e sabe que, num cenário de incertezas, adquirir um seguro é a garantia de uma vida mais plena e feliz.

Como o corretor de seguros Guilherme explicou anteriormente, há vários critérios que devem ser avaliados no momento da escolha da previdência privada. Um deles está relacionado à forma como a pessoa declara o Imposto de Renda (IR). Se utilizar o modelo completo, o PGBL é mais indicado, enquanto o VGBL é recomendado para quem declara pelo modelo simples. Confira mais detalhes aqui.

Tanto na contratação do VGBL quanto do PGBL, é possível escolher o regime de tributação mais adequado para o seu perfil.  Há dois tipos de tributações possíveis: as tabelas regressiva e progressiva. No primeiro caso, como o próprio nome diz, a alíquota do IR que recai sobre o valor acumulado na previdência privada diminui com o passar do tempo. “Quanto maior for o tempo de contribuição, menor será a alíquota cobrada na hora do resgate. Assim, esse tipo de tributação é ideal para quem quer investir a longo prazo”.

Diferente da tabela regressiva, a progressiva mais indicada para aqueles que querem investir a curto e médio prazos, ou seja, é ideal para quem pretende realizar o resgate do dinheiro investido antes do prazo da aposentadoria. “Isso porque o valor que incide não muda e é exatamente o mesmo daquele praticado pelo Imposto de Renda, ou seja, 27,5%”, explica Guilherme.

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