Sindicato das Seguradoras
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Segundo dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), dos 68 milhões de domicílios no Brasil, somente 9,1 milhões possuem apólice de seguro residencial, isso mostra o índice de penetração de apenas 13,3% desse ramo.

 “Isso representa que nós seguradoras, órgãos do mercado, todos os profissionais desse setor e o governo ainda temos um trabalho grande de apresentar à população a importância, benefício e a vantagem da contratação de seguros”, enfatiza o membro da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Claudio Cabral Assunção.
Para o diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas, há três fatores que influenciam diretamente o baixo índice de penetração. “A falta da cultura de seguro no Brasil, a percepção de que o preço é caro e nós temos que desmistificar isso. A terceira é que o corretor de seguros pensa que o preço é baixo e a comissão é pequena, porém é uma carteira que ele pode acumular e que o índice de renovação é elevado. É um cliente que não irá perder”.
A região sul é a que mostra melhor índice de penetração do seguro residencial, com 16,6% dos seus 10 milhões de domicílios, o que corresponde a 2,5% do número de apólices desse ramo no Brasil. A menor atuação está na região norte, com 3,07% das residências.
Os três estados com índice acima de 10% de penetração são São Paulo (28,46%), Distrito Federal (20,47%) e Santa Catarina (17,61%). E as regiões que apresentam pior penetração do seguro residencial são Maranhão (1,93%), Piauí (2,03%) e Amapá (2,07%).

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