Sindicato das Seguradoras
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As incertezas trazidas pela pandemia impulsionaram as vendas de algumas modalidades de seguros, como é o caso do seguro de vida. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que, somente no ano passado, foi registrado um crescimento anual de 11,3%. E foi de olho neste contexto que o Sindicato promoveu, ontem (18/11), o bate papo “Sinistro de Vida na Prática: a entrega ágil faz toda diferença!”.

Idealizado pela Comissão Técnica de Benefícios, o encontro contou com a participação de dois convidados especialistas no assunto: o administrador de empresas Victor Sanches, com experiência de 21 anos na área de sinistros e o advogado Washington Luiz, que há mais de 45 anos trabalha com seguro de vida.

“Nosso objetivo hoje é compartilhar expertises sobre esta modalidade de seguro que já é a maior do país. Quanto mais conhecermos sobre ela, melhor contribuiremos para esta evolução”, comentou a presidente da Comissão, Juliana Queiroz, responsável pela mediação do encontro.

Quebra de tabu

Na ocasião, Washington destacou que o seguro de vida está deixando de ser um tabu em nossa sociedade. “Ele perde força à medida que as pessoas percebem que a modalidade garante proteção financeira para a família e seus dependentes”, disse.

Por isso, tão importante quanto buscar a proteção mais adequada é escolher quem será beneficiado e apresentar a documentação correta que garanta que o pagamento da indenização ocorra de forma rápida e sem burocracias. “Afinal, seguro é um contrato entre as partes. Quando é pedido o documento do segurado é porque o processo do sinistro precisa assegurar que o contrato está sendo cumprido”, explicou Washington.

Atenção à documentação 

A ausência da documentação exigida é o grande motivo para o atraso nos pagamentos das indenizações, mas isso não é falha das seguradoras. “Esse é o principal motivo para a demora de liquidação, uma vez que quando o sinistro é comunicado de forma completa, a celeridade no pagamento é maior e, às vezes, ela é feita num prazo menor que o determinado pela Susep”, afirmou Victor.

Para que a busca por esse tipo de proteção continue crescendo, Sanches também destacou a importância de uma atuação proativa dos profissionais do setor. Além disso, a comunicação transparente com os clientes é fundamental. “É preciso deixar claro que o cerne do seguro de vida é auxiliar alguém que dependa financeiramente do segurado, daí a importância da manutenção da indicação do beneficiário”, comentou.

Na prática, a mudança dos beneficiários pode ocorrer a qualquer momento, no entanto, é preciso comunicá-la ao corretor de seguros. “Isso garante que a vontade do segurado seja atendida”, afirmou.

Reveja o encontro 

Ao final do evento, os convidados responderam às dúvidas dos participantes. Perdeu a discussão ou quer revê-la? Basta clicar aqui.

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