Sindicato das Seguradoras
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Videoconferências, reuniões sequenciais e muitas demandas. Seja qual for a sua área de atuação, essa é a rotina dos profissionais que aderiram ao home office imposto pela Covid-19. Quase dois anos depois do início da pandemia, os impactos deste modelo de trabalho já são sentidos por todos. Afinal, o estresse, a ansiedade e a cobrança por resultados foram potencializados neste momento tão atípico.

Com o intuito de debater esses temas e acolher os profissionais do mercado de seguros, o SindSeg MG/GO/MT/DF promoveu ontem (16/09) a live interativa “Produtividade à flor da pele”, conduzida pelo especialista em desenvolvimento humano e organizacional e sócio-diretor da Lucrus Consultoria. O bate-papo foi idealizado pela Comissão Técnica de Benefícios da entidade e feito sob medida para os  colaboradores das associadas

“O objetivo deste encontro é dar voz a você, ser humano que está por trás do profissional. Afinal, quando investimos no pessoal, evoluímos em todas as áreas de nossa vida”, comentou a presidente da Comissão, Juliana Queiroz, responsável por mediar o evento. E para responder às reflexões feitas por Rodrigo, os convidados participaram de dinâmicas anônimas.

“Esse debate é muito oportuno, pois com o retorno gradual dos funcionários aos escritórios, temos que estar preparados para este momento e não descuidarmos do nosso equilíbrio físico e mental”, justificou o presidente do Sindicato, Marco Neves.

Entendendo o cenário

O trabalho remoto mudou a forma como lidamos não só com os espaços, mas com o próprio tempo. “Tudo ficou cada vez mais imediato, mas isso não deve ser um impeditivo para esquecermos dos cuidados com a nossa saúde física e mental”, disse Rodrigo.

Além de termos que nos adaptar rapidamente ao novo cenário, saímos da zona de conforto e passamos a desempenhar múltiplas tarefas. “Com tudo isso, era de se esperar que os nossos medos e emoções fossem maximizados. Não podemos negar esta realidade, por isso, cabe a nós reconhecer que as nossas vulnerabilidades estão escancaradas”, avaliou.

E com as emoções à flor da pele, houve um crescimento de doenças psicológicas durante a pandemia. Levantamento feito pela Universidade de São Paulo (USP) mostra que o Brasil lidera o ranking de 11 países com maior índice de depressão (59%) e ansiedade (63%).

O Brasil também ocupa o primeiro lugar no que se refere ao tempo diário de exposição às telas. “No ano passado, ele foi de 9h17, muito superior à media global, que é de 6h43. Em um ano, pode-se dizer que durante três meses ficamos conectados”, analisou Rodrigo.

Outro dado alarmante apresentado pelo palestrante foi a pesquisa da International Stress Management Association, que revelou que 33 milhões de brasileiros já sofreram de burnout, conhecida como síndrome de esgotamento profissional.

Como mudar este panorama?

Segundo o palestrante, todos somos agentes potencializadores para promover mudanças positivas em nosso ambiente de trabalho. “O caminho é migrar da produtividade à flor da pele para a produtividade sustentável, ou seja, manter os nossos níveis de produtividade a longo prazo de forma que a saúde e os relacionamentos não sejam afetados”.

Mas, na prática, o que podemos fazer para conquistar a produtividade sustentável? Para responder a essa pergunta, Rodrigo elencou 20 dicas que podem ser incorporadas hoje mesmo. Aprender a dizer não quando necessário, desconectar-se um pouco do digital para contemplar o mundo real, buscar o autoconhecimento, reconhecer as suas forças e fraquezas e normalizar os sentimentos foram algumas delas.

Quer conferir todas as dicas? Assista ao bate-papo na íntegra clicando aqui. 

Veja a apresentação clicando aqui.

 

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