Sindicato das Seguradoras
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O jornal Valor Econômico trouxe, encartado na edição de 31 de maio, o anuário “Seguros, Previdência e Capitalização”. A CNseg participa da publicação com entrevistas do Presidente Dyogo Oliveira e da Diretora-Executiva Solange Beatriz, e como fonte dos números consolidados apresentados sobre o setor de seguros. Na publicação, a Confederação publicou anúncio de duas páginas destacando os mais de R$ 397 bilhões de indenizações pagos em 2021.

O cenário atual ainda é de cautela, informa a publicação, sobre o setor segurador, que deve crescer entre 13% e 15% nas vendas nominais em 2022, na comparação com 2021, apesar da estimativa de crescimento do PIB ser de 1,5% e do IPCA estar próximo dos 9%. “Se a economia tivesse crescimento maior, nosso desempenho também seria maior, claro. De qualquer forma, a estimativa de crescimento é muito boa”, afirmou o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, ao anuário.

A estimativa para o setor em 2022, segundo a CNseg, é um pouco melhor que a do ano anterior, quando as vendas, sem contar o DPVAT, foram de R$306,4 bilhões e 11,9% acima das de 2020, em termos nominais, tendo sido 3,3% superior à inflação. “Na pandemia, o setor provou seu valor como proteção e a sociedade passou a ter uma percepção melhor sobre a importância de ter um seguro”, disse Dyogo Oliveira. Como exemplo dessa melhora da percepção sobre o seguro, o presidente da CNseg citou o Seguro Rural, cujas vendas em 2021 foram 40% maiores e com indenizações se aproximando de R$ 7 bilhões. “As mudanças climáticas impactam cada vez mais o campo. O volume pago em indenizações mostra o valor de ter um Seguro Rural”, complementou.

Apesar das previsões positivas, tanto para 2022, como para os anos seguintes, Dyogo Oliveira não acredita que a participação do setor no PIB, que hoje é de 6,3%, considerando a Saúde Suplementar, deva ser alterada tão cedo. “As crises dos últimos anos atrapalharam e, para ultrapassar esse nível, é preciso uma sociedade com mais renda, mais sofisticada em termos de consumo”, explicou.

Implantação do open insurance depende de um ambiente tecnológico mais seguro

A matéria do anuário do Valor sobre open insurance, o sistema de seguros aberto, informa que as empresas do setor consideram que ainda há muito trabalho pela frente e que os desafios não são poucos. Com base em dados fornecidos pela CNseg, a matéria aponta que as seguradoras já investiram R$ 25 milhões para desenvolver a estrutura inicial de governança do sistema. Dyogo Oliveira explica que o Brasil é pioneiro no open insurance no mundo e que o sucesso da empreitada dependerá, principalmente, da adesão do público. “O consumidor pode até se interessar, em um primeiro momento, pela novidade, mas somente irá incorporar a ferramenta ao seu cotidiano se encontrar alguma vantagem”, complementou.

Alegando que o cronograma de implementação do sistema está muito apertado, o presidente da CNseg sugere que seria mais eficiente focar na inserção inicial dos produtos massificados, direcionados às pessoas físicas. Outra questão apontada por ele é que o open insurance faria mais sentido com uma agenda de acesso facilitado aos corretores, mas, em vez disso, “o que estamos vendo é a criação da figura do SISS (Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro), cujo papel não está claro”.

Mercado brasileiro de seguros caminha para um modelo de políticas sustentáveis e ESG

A avaliação da CNseg, informada na matéria sobre as mudanças climáticas, é de que o setor segurador do país está cada vez mais comprometido com questões sustentáveis, razão pela qual já vem considerando aspectos relacionados às mudanças climáticas ao avaliar ativos para investir recursos próprios, reservas técnicas, fundos de previdência e outros recursos financeiros. De acordo com a Confederação, é importante que as seguradoras tenham bases de dados consolidadas, acessíveis e integráveis, já que, sem elas, enfrentarão obstáculos para o desenvolvimento de metodologias de precificação e gestão de riscos de sustentabilidade com base em cenários climáticos.

Diante da relevância da questão, a Susep concluiu recentemente uma consulta pública para estabelecer diretrizes e requisitos de sustentabilidade no setor. “Apesar de muitas seguradoras possuírem políticas socioambientais consolidadas, ao criar regras e definir elementos mínimos para as supervisionadas, a Susep estabelecerá parâmetros para que elas estejam na mesma página”, explicou a diretora-Executiva da CNseg Solange Beatriz Palheiro Mendes.

O anuário Seguros, Previdência e Capitalização trouxe, ainda, matérias sobre riscos cibernéticos, insurtechs e sobre os setores de previdência privada, saúde suplementar e capitalização, entre outras, além de um anúncio de duas páginas da CNseg.

>> Clique aqui para ler a publicação na íntegra (exclusiva para assinantes do veículo) 

Anúncio da CNseg é destaque no anuário do Valor Econômico sobre seguros

O anuário especial do jornal Valor Econômico sobre seguros, previdência e capitalização, encartado nesta terça-feira, 31 de maio, no jornal, trouxe um anúncio da CNseg. A peça informa que, em 2021, o setor segurador retornou à sociedade, na forma de benefícios, indenizações, resgates, sorteios e despesas médicas e odontológicas, R$397 bilhões. Confira abaixo:

anunciocnseg.jpg

 

Fonte: CNSEG

Imagem: Freepik

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